Júlio Pomar
Júlio Pomar
Júlio Pomar (1926-2018), e foi uma das figuras centrais da arte portuguesa do século XX. Ainda jovem, entrou na Escola de Belas-Artes de Lisboa. Expôs pela primeira vez ao lado de artistas como Vespeira e Azevedo, e vendeu a sua primeira obra a Almada Negreiros.
Defensor de uma arte ligada à realidade social, destacou-se com obras como O Almoço do Trolha, símbolo do neorrealismo.
Nos anos 50, começou a ser reconhecido internacionalmente, participando na Bienal de São Paulo e viajando pela Europa. Foi fundador da Cooperativa “Gravura” e, em 1961, venceu o Prémio de Pintura da Fundação Gulbenkian. Fixou-se em Paris em 1962, onde continuou a expor e a afirmar-se no panorama artístico.
Para além da pintura, dedicou-se à poesia e à escrita, tendo publicado ensaios sobre arte.


